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Tribunal da Tailândia condena ativista a 11 anos de prisão por difamar a realeza na Internet

Um tribunal militar em Bangkok condenou a 11 anos e quatro meses de prisão um ativista tailandês que se declarou culpado de difamação da Coroa em comentários feitos nas redes sociais.

Fontes confirmaram que a pena imposta à Burin Intin, detido no dia 27 de abril de 2016, durante um protesto em Bangkok (capital do país) contra a junta militar que governou o país desde 2014. A Justiça da Tailândia condenou o acusado por dois crimes de difamação da monarquia e de um crime cibernético.

Burin Intin falava que era inocente até que foi preso no último dia 24 de janeiro, e depois disso ele veio á publico, se retratou e se declarou culpado.

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Burin Intin e sua confissão

“Para proteger a monarquia, o conselho estrangula a liberdade de expressão e leva um enorme clima de medo em toda a Tailândia” declarou o chefe da divisão asiática da “Human Rights Watch”, o sr. Brad Adams (Direitos Humanos).

A Lei de “lesa-majestade” na Tailândia pode levar à sentença de até 15 anos de prisão para alguém que divulgue ou transmita qualquer mensagem sobre a Casa Real, em que as autoridades considerem uma vez ofensiva .As prisões por esse crime se multiplicaram desde o golpe militar de 22 de Maio de 2014.

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Aqui vemos o primeiro-ministro tailandês, Prayuth Chan-Ocha, e o presidente do Conselho Privado, Prem Tinsulanonda, quando tiveram que se prostrar na frente do então, recém-nomeado, rei Maha Vajiralongkorn. O Ato mostra a aceitação da posição como monarca após a morte do anterior Rei Bhumibol Adulyadej.

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