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5 Maiores Casos de OVNIs no Brasil que Arrepiam

Da Amazônia a um estádio lotado, o país coleciona avistamentos que até hoje ninguém explicou. Prepare-se para arrepiar.

Os casos de OVNIs no Brasil voltaram a dominar as redes sociais, e não é por acaso. O país tem um dos acervos mais ricos do mundo quando o assunto é ufologia, com episódios que envolveram desde a Força Aérea Brasileira até multidões em pleno jogo de futebol. A onda mais recente começou depois que o influenciador Mayk Leão, de 31 anos, afirmou ter registrado um suposto objeto voador não identificado em uma área rural do Paraná. O vídeo viralizou e reacendeu uma pergunta antiga: o que será que anda passeando pelos céus brasileiros?

O criador de conteúdo gravou as imagens no último domingo, 31 de maio, da varanda de sua chácara em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo ele, um objeto com luzes atípicas em formato circular pairava sobre uma região de mata, e os animais da propriedade ficaram agitados antes do avistamento. As gravações fizeram seus seguidores saltarem de 46 mil para mais de 951 mil em poucos dias.

Vale lembrar que a versão oficial joga água na fervura. Questionada, a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do DECEA, informou que nenhum objeto desconhecido foi detectado pelos radares de defesa aérea na data. Mesmo assim, a internet não perdoou: teve gente apoiando e gente desconfiando de drone ou autopromoção.

Mas se tem uma coisa que o Brasil não inventou agora foi a fascinação por mistérios no céu. Por isso, separamos os 5 maiores casos de avistamentos que marcaram a história da ufologia nacional. Bora relembrar?

1. Operação Prato

Em 1977, a região de Colares, no litoral do Pará, virou palco de uma série de aparições que aterrorizaram os moradores. Segundo os relatos, os objetos sobrevoavam embarcações, mergulhavam nos rios e disparavam fortes focos de luz sobre as pessoas.

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O detalhe mais assustador? As supostas vítimas descreviam sintomas como paralisia, fraqueza, dores de cabeça, queimaduras e pequenos orifícios na pele, de onde sangue teria sido extraído. Diante do pânico, a prefeitura pediu ajuda à Aeronáutica, que abriu a Operação Prato, uma missão de inteligência ultrassecreta. Durante quatro meses, militares colheram depoimentos, fotografaram as luzes e acompanharam os fenômenos, gerando um documento de mais de 200 páginas.

Inclusive, o caso ganhou contornos definitivos em 1997, quando o coronel reformado Uryangê Hollanda, comandante da missão, falou à revista UFO. Ele confirmou a veracidade dos eventos e relatou ter avistado na Amazônia uma espaçonave colossal, com dimensões comparáveis às de um prédio de 30 andares.

2. Noite Oficial dos OVNIs

Na madrugada de 19 de maio de 1986, os radares do Cindacta, controlados pela FAB, detectaram 21 objetos sólidos voando sobre São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Paraná. O evento durou mais de três horas, até que os alvos sumissem no Oceano Atlântico, e levou ao acionamento de caças F-5 e Mirage para tentar interceptar os “invasores”.

O episódio repercutiu nos telejornais na hora e foi confirmado publicamente pelo então ministro da Aeronáutica, Octávio Moreira Lima, que prometeu um relatório conclusivo em 30 dias. A promessa, no entanto, nunca foi cumprida, e os arquivos ficaram sob sigilo por quase três décadas.

Para deixar tudo ainda mais nebuloso, o único registro fotográfico daquela noite, feito por um fotojornalista local, foi recolhido por oficiais do Centro Técnico Aeroespacial. A justificativa era de que a foto seria enviada para análise na NASA, mas ela nunca mais voltou às mãos do autor.

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3. Voo 169 da VASP

Numa madrugada de fevereiro de 1982, um Boeing da extinta companhia aérea VASP, que fazia o voo 169 entre Fortaleza e São Paulo, passou a ser acompanhado por um corpo luminoso de brilho intenso. O avistamento começou no espaço aéreo de Pernambuco, perto de Petrolina, com o objeto fazendo manobras incomuns à esquerda da aeronave.

O comandante Gerson Maciel de Britto, piloto experiente com mais de 25 mil horas de voo, tomou uma decisão inusitada: acordou os mais de 100 passageiros para que testemunhassem o fenômeno. Quase todos toparam, com exceção de um sacerdote católico. O OVNI seguiu o avião de forma persistente, permanecendo visível durante a escala em Belo Horizonte e até a parada seguinte, no Rio de Janeiro.

De acordo com a revista UFO, o deslocamento do objeto também foi captado pelos radares do Cindacta. Uma passageira descreveu depois à imprensa que o objeto tinha formato de cinco pontas e estrutura semicircular, com uma forte luz azul-clara parecida com a de lâmpadas de mercúrio.

4. Caso Morenão

Esse aqui é para os fãs de futebol. O maior avistamento coletivo de um OVNI da história do Brasil aconteceu dentro de um estádio. Na noite de 6 de março de 1982, o estádio Pedro Pedrossian, o famoso Morenão, em Campo Grande (MS), recebia um jogo entre Operário e Vasco da Gama, com mais de 24 mil torcedores pagantes.

Ainda no primeiro tempo, uma forte fonte de luz surgiu no céu e se posicionou diretamente sobre a arena, completamente parada, sem qualquer deslocamento. O fenômeno foi visto ao mesmo tempo por milhares de pessoas nas arquibancadas, além dos próprios jogadores e da arbitragem.

Anos depois, em entrevista ao portal UOL, o ex-árbitro da partida, José Assis Aragão, confirmou o ocorrido. Ele ressaltou que não tinha qualificação técnica para classificar aquilo como um disco voador, mas que a presença da grande massa luminosa parada acima do estádio foi incontestável.

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5. Caso Bete e Débora

Por fim, um dos relatos de suposta abdução mais intrigantes do país. Em junho de 1986, as primas Bete Rodrigues e Débora, de 22 e 16 anos, viviam no bairro da Vila Matilde, em São Paulo. Ao voltarem de um passeio de ônibus por volta da meia-noite, avistaram um corpo luminoso pela janela do veículo. A última lembrança consciente das duas era a de terem ido dormir.

No entanto, memórias fragmentadas de um possível sequestro surgiram no dia seguinte, o que levou as jovens a procurarem ufólogos. Submetidas a sessões de hipnose, ambas tiveram relatos coincidentes: recordaram que caminharam até a nave e foram recebidas por uma criatura baixa, calva e de membros longos.

O caso ganhou um capítulo curioso anos depois. No final do ano 2000, a pedido dos investigadores, Bete realizou exames de raio-X que apontaram pequenos corpos estranhos de consistência metálica alojados no hálux, o famoso dedão do pé.

E aí, o que você acha?

De missão militar ultrassecreta a OVNI parando jogo de futebol, o Brasil tem material de sobra para alimentar qualquer teoria. Alguns casos seguem sem explicação oficial, outros viraram lenda urbana, e tem gente que jura de pés juntos que viu algo no céu.

E você, acredita que estamos sozinhos no universo ou acha que já recebemos visitas por aqui? Comenta o que achou e marca aquele amigo que ama um bom mistério para resolver o caso com você.

Confira o registro que reacendeu o debate:
https://www.instagram.com/reel/DZEPstWsYjo/

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