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Casal de comerciantes acaba assassinado por causa do preço da coxinha

O suspeito e as vítimas disputavam mesmo ponto comercial e desentendimento acabou em morte

Fotos: Reprodução/Instagram/Canva

A Polícia do Distrito Federal concluiu as investigações do assassinato de um casal em Ceilândia cometido uma semana atrás, na segunda-feira, dia 11 de abril. O motivo ultrapassa o bizarro: o preço da coxinha.

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Primeiramente investigado como latrocínio – roubo seguido de morte – agora as autoridades acreditam se tratar de homicídio qualificado por motivo torpe e sem chance de defesa para as vítimas.

Tudo começou há um mês e meio atrás, com uma briga motivada por disputa de preços em um mesmo ponto comercial. 

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O casal Laércio José Moreira, 54 anos, e Helena Maria da Costa Moreira, 50, vendiam salgados em frente a uma faculdade em Águas Claras, no DF.

Hyago Lorran Franco, 29 anos, também comercializava coxinhas na mesma área.

Segundo o delegado Vander Braga, da 23ª Delegacia de Polícia, Laércio precisou mudar o ponto e foi para perto de onde Hyago trabalhava, o que o desagradou muito. Laércio vendia por R$ 5 a coxinha, e o outro vendia por R$ 4, explicou o delegado.

A competição pelos clientes e essa diferença de preços gerou o desentendimento entre os comerciantes. Laércio procurou Hyago para uma conversa e foi ameaçado após discutir e quase brigar com o rapaz.

Assassinados por causa de coxinha

Hyago, então, reuniu três amigos e foi até a casa de Laércio paraassustá-lo. Por volta das 12h30 de segunda-feira (11), eles entraram em um Palio vermelho, emprestado por uma amiga que não tem envolvimento com o crime, e estacionaram em frente a residência de Laércio.

O motorista ficou no veículo enquanto os outros três entraram na casa do casal. Segundo o delegado, eles colocaram as vítimas de joelho lado a lado e dispararam contra a cabeça e o pescoço de Laércio e Helena. As vítimas morreram abraçadas.

Depois, os criminosos roubaram celulares, uma televisão, dinheiro e ainda utilizarem o carro do casal para fugir.

Algum tempo depois, o grupo deixou os bens roubados em uma mata próxima e usaram um extintor de incêndio para tentar apagar as impressões digitais do veículo, abandonado posteriormente em um lava a jato.

O motorista e um adolescente envolvido no assassinato do casal já tinham passagens pela polícia.

Os quatro vão responder por homicídio qualificado por motivo torpe e sem chance de defesa para as vítimas, além de corrupção de menor para os maiores de 18 anos. A pena de cada crime varia de 6 a 20 anos de prisão. 

Confira uma foto da residência do casal onde o crime aconteceu:

Casa casal - Ceilândia
Foto: Celimar de Meneses/Metrópoles

Veja o momento da fuga do grupo no vídeo:

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