in ,

Um homem morreu deixando 130 viúvas e 203 filhos órfãos

O nigeriani era conhecido como Baba Masaba

Morreu o famoso polígamo nigeriano Mohammed Bello Abubakar. O pregador se tornou conhecido na Nigéria, em 2008, quando declarou que tinha 86 mulheres e cerca de 170 filhos. Na época, a notícia foi recebida com choque e Abubakar foi fortemente criticado por ter mais do que as quatro mulheres permitidas na sua religião.

Abubakar, que era mais conhecido como Baba Masaba, não deu importância ao julgamento alheio e casou-se ainda mais vezes, segundo a imprensa. Deixou 130 viúvas – algumas delas grávidas – e 203 filhos órfãos.

bello 2

O pregador e curandeiro era frequentemente acusado de se aproveitar da sua posição para manipular as mulheres e algumas autoridades islâmicas chegaram a dizer que aquela enorme família era, na verdade, uma seita.

Em sua defesa, Abubakar dizia que não ia atrás das mulheres, mas sim o contrário: elas é que o procuravam e pediam ajuda para curar algumas doenças, o que ele fazia de bom grado. “Eu levo em conta o fato de Deus me pedir para fazer isto e caso-me com elas”, dizia ele.

Curiosamente, certa vez revelou à imprensa que a maioria de suas mulheres tinha um quarto da idade dele e algumas eram mais novas do que alguns de seus filhos.

polygamist
Segundo a imprensa, suas mulheres tinham um quarto da idade dele

“Um homem com 10 mulheres entraria em colapso e morreria, mas o meu poder foi dado por Deus. É por isso que consigo controlar as 86”, disse Abubakar em 2008, quando ainda tinha menos de 100 mulheres.

“Na minha perspetiva, o Alcorão não impõe um limite e depende do teu poder, do teu dom e da tua habilidade”, continuou o pregador.

Veja também:
Phellipe Haagensen é alvo de inquérito e polícia entra em A Fazenda 11

Ele tinha 93 anos e morreu de doença não especificada.

Comente com o Facebook
Fã avisou Evaristo sobre a presença do totem em tamanho real na festa (Foto:  Divulgação/ Facebook)

Evaristo Costa vira tema de festa e brinca: “Esse dia foi louco”

4837_728x

A Ilha da Morte, um paraíso que ninguém quer visitar