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Pai se apavora com grupo de alunos de 10 anos no WhatsApp: ‘suicídio e morte’

“Vontade de dar uma facada” e “eu quero me matar” foram algumas das falas das crianças no grupo da escola

Foto: Reprodução

O aluno de uma escola particular foi empurrado por um colega e bateu com a cabeça no chão na manhã desta segunda-feira (2) na Asa Norte, em Brasília. A suposta agressão está sendo investigado pela Delegacia da Criança e do Adolescente.

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A situação trouxe à tona informações sobre um grupo de alunos no WhatsApp, em que mensagens extremamente violentas estão sendo trocadas diariamente por crianças que tem entre 10 e 11 anos.

Após ficar sabendo da agressão, o pai de um dos alunos contou sobre o grupo que os estudantes do 6º ano do colégio em questão fazem parte.

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Ele se deparou com as mensagens enquanto olhava o celular do filho, algo que faz com frequência para controlar o conteúdo acessado pelo menino.

Vontade de dar uma facada“, “Cadê as armas que você prometeu, eu quero me matar“, “Suicídio é a soluçãoforam algumas das mensagens violentas encontradas pelo pai no grupo das crianças no WhatsApp.

“Sempre acompanhei tudo que ele faz no celular e fiquei chocado com as manifestações, pois são crianças de 10 e 11 anos. Tendências suicidas, desejo de se matar e de esfaquear pessoas são publicadas diariamente no grupo”, disse.

A escola não comentou sobre o grupo no WhatsApp e informou, em nota, que para a instituição “o princípio do respeito é inegociável“.

“Quanto à denúncia de que um aluno tenha se machucado em decorrência de um empurrão surpresa de outro aluno, a escola informa que está apurando o caso, já abriu processo disciplinar e as famílias dos estudantes envolvidos foram comunicadas”, completou o colégio em comunicado.

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Crianças no WhatsApp

Veja capturas de tela de algumas mensagens enviadas pelos adolescentes no grupo:

Mensagens - grupo WhatsApp
Foto: Reprodução

Leia a nota do colégio particular, na íntegra:

“O princípio do respeito é inegociável. Com 39 anos de experiência e referência educacional no Distrito Federal, a escola é comprometida com a missão institucional de formar alunos conscientes do exercício da cidadania, críticos, honestos, responsáveis e humanos.

Portanto, a agressão física e qualquer tipo de violência não são tolerados em nenhum contexto. A escola esclarece que quando um aluno infringe alguma regra, a família é envolvida e todas atitudes adequadas são tomadas.

Quanto à denúncia de que um aluno tenha se machucado em decorrência de um empurrão surpresa de outro aluno, a escola informa que está apurando o caso, já abriu processo disciplinar e as famílias dos estudantes envolvidos foram comunicadas”.

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