in ,

10 coisas bizarras que ditadores faziam em segredo

Por trás do poder absoluto, alguns dos maiores ditadores da história escondiam manias e obsessões surpreendentes. Estas são coisas bizarras que ditadores faziam em segredo, longe dos holofotes.

Quando falamos em ditadores, a imagem que vem à cabeça costuma ser a de regimes brutais e discursos inflamados. No entanto, muitos desses líderes cultivavam hábitos secretos tão estranhos quanto o próprio poder que exerciam. De sequestros cinematográficos a paranoias com germes, reunimos dez casos bizarros e documentados por historiadores, biógrafos e testemunhas. Vale lembrar: tudo aqui vem de relatos apurados, sem exageros de lenda urbana. Prepare-se para conhecer o lado mais excêntrico de quem já mandou em nações inteiras.

1. Kim Jong-il sequestrou um diretor e uma atriz para fazer cinema

O norte-coreano Kim Jong-il era fascinado por cinema. Insatisfeito com a produção do próprio país, ele ordenou, em 1978, o sequestro da atriz sul-coreana Choi Eun-hee e, meses depois, do diretor Shin Sang-ok, ex-marido dela.

Segundo relatos dos próprios envolvidos, o casal foi obrigado a produzir filmes por anos na Coreia do Norte, incluindo o cultuado “Pulgasari”, uma espécie de resposta ao “Godzilla”. Eles só escaparam em 1986, ao fugir para a embaixada dos Estados Unidos em Viena. A história virou o documentário “The Lovers and the Despot”.

2. Mao Tsé-Tung nunca escovou os dentes

De acordo com o médico pessoal de Mao Tsé-Tung, o Dr. Li Zhisui, autor do livro de memórias “The Private Life of Chairman Mao”, o líder chinês simplesmente não escovava os dentes. No lugar da escova, ele apenas bochechava chá verde.

Veja também:
Afinal, Sandra Annenberg era uma das passarinhas do Castelo Rá-Tim-Bum?

O resultado, segundo o médico, era desastroso: os dentes teriam ficado esverdeados e as gengivas, inflamadas. Questionado sobre a falta de higiene, Mao teria justificado o hábito comparando-se a um tigre, animal que, segundo ele, não precisava escovar os dentes para ter presas afiadas.

3. Saddam Hussein escrevia romances de amor

Por outro lado, nem todo hábito secreto era nojento. O iraquiano Saddam Hussein, conhecido pela mão de ferro, tinha um talento inesperado: escrevia romances. As histórias, de teor sentimental e alegórico, foram publicadas sob um pseudônimo.

Segundo relatos, boa parte das narrativas trazia protagonistas femininas fortes que representariam o Iraque diante de ameaças estrangeiras. Ou seja, mesmo no auge da repressão, o ditador reservava um tempo para a literatura.

4. Fidel Castro era obcecado por sorvete

O cubano Fidel Castro tinha uma paixão que beirava a obsessão: sorvete e derivados do leite. Biógrafos contam que ele era capaz de comer dezenas de bolas de sorvete em uma única refeição.

Inclusive, essa mania rendeu histórias curiosas. Castro teria mandado importar diversos sabores do exterior e ajudou a transformar a sorveteria Coppelia, em Havana, em um ponto icônico da cidade. Há ainda relatos de que a CIA teria cogitado envenenar um de seus milk-shakes, embora esse plano nunca tenha se concretizado.

5. O ditador do Turcomenistão renomeou os meses do ano

O ex-presidente do Turcomenistão, Saparmurat Niyazov, levou o culto à personalidade a um novo patamar. Além de se autointitular “líder de todos os turcomenos”, ele renomeou meses do calendário, batizando janeiro com um de seus próprios títulos.

Veja também:
16 invenções que foram proibidas em alguns países

Niyazov também escreveu um livro chamado “Ruhnama”, que virou leitura obrigatória em escolas e locais públicos. Em primeiro lugar vinha o líder, e o país inteiro tinha que acompanhar suas ideias, por mais excêntricas que fossem.

6. Ceausescu tinha pânico de germes

O romeno Nicolae Ceausescu era famoso pela paranoia. Segundo biógrafos, ele temia tanto ser envenenado ou contaminado que adotava rituais de higiene extremos com suas próprias roupas.

De acordo com esses relatos, o ditador usaria cada terno uma única vez antes de descartá-lo, mantendo um estoque protegido contra supostos riscos químicos e biológicos. A obsessão por segurança pessoal, no caso dele, virou rotina diária.

7. Muammar Kadafi viajava com uma tenda beduína

O líbio Muammar Kadafi fazia questão de manter suas tradições, mesmo em visitas oficiais ao exterior. Ele viajava com uma enorme tenda beduína, que era montada onde quer que ele fosse, dos desertos às grandes capitais.

Além disso, Kadafi era protegido por um grupo de guarda-costas mulheres, apelidado pela imprensa ocidental de “Guarda Amazônica”. As agentes eram treinadas em armamento e acompanhavam o ditador em suas viagens.

8. Idi Amin colecionava títulos grandiosos

O ugandense Idi Amin não se contentava em ser apenas “presidente”. Ao longo de seu governo, ele teria adotado um título tão longo quanto pomposo, que se autoproclamava, entre outras coisas, “Senhor de Todos os Animais da Terra e dos Peixes do Mar”.

Amin também alimentava uma fixação peculiar pela Escócia e chegou, segundo registros, a se declarar rei do território. Vale destacar que muitas de suas declarações grandiosas eram vistas com espanto até dentro do próprio continente.

Veja também:
Xuxa conta que ela e Ivete Sangalo brigaram e ficaram meses sem se falar

9. Stalin rabiscava desenhos com comentários maldosos

O soviético Josef Stalin guardava um passatempo curioso e sombrio. Segundo material revelado publicamente em 2009, ele costumava rabiscar comentários sarcásticos e ofensas em desenhos de nus artísticos.

Alguns dos rabiscos, feitos aparentemente nos últimos anos de vida, incluíam alfinetadas em rivais políticos. Os desenhos ficaram guardados por décadas antes de virem a público, revelando um lado ainda mais obscuro do líder.

10. Hitler tomava uma coleção de drogas em segredo

Por fim, o alemão Adolf Hitler. Segundo registros médicos e pesquisas de historiadores, ele era medicado diariamente por seu médico pessoal, Theodor Morell, com um coquetel enorme de substâncias.

Entre elas estaria a Pervitina, um tipo de metanfetamina. Ou seja, por trás da imagem de disciplina que o regime tentava passar, havia um consumo intenso e mantido em sigilo de medicamentos e estimulantes.

Qual desses hábitos secretos te surpreendeu mais?

Difícil escolher, não é? De sequestros para fazer cinema a paranoias com germes, esses ditadores provam que o poder absoluto libera excentricidades das mais variadas. E você, já conhecia alguma dessas histórias? Comenta aqui e marca aquele amigo apaixonado por curiosidades históricas!

Em Destaque

Recomendamos para você

Deixe seu comentário

15 famosos com mais filhos: veja quem lidera a lista