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Ex-ministro de Bolsonaro, Gustavo Bebianno morre em sítio em Teresópolis

Pré-candidato a prefeito da cidade do Rio de Janeiro sofreu um infarto de madrugada e não resistiu

Foto: José Cruz / Agência Brasil

Gustavo Bebianno, ex-ministro do governo do presidente Jair Bolsonaro, morreu na manhã deste sábado (14), aos 56 anos. Ele faleceu em seu sítio em Teresópolis, Rio de Janeiro, após sofrer um infarto.

O político, que era pré-candidato a prefeito da cidade do Rio de Janeiro, passou mal durante a madrugada de sábado (14) e acabou sofrendo uma queda. Foi levado a um hospital, mas não resistiu e morreu.

A informação foi confirmada por Paul Marinho, presidente estadual do PSDB, partido pelo qual Gustavo Bebianno era pré-candidato à prefeitura do Rio. “A cidade do Rio perdeu um candidato que iria enriquecer o debate eleitoral, e eu perdi um irmão”, afirmou ele, conforme transcrito pelo site ‘G1’.

O governador de São Paulo, João Doria, lamentou a morte do colega de partido nas redes sociais. “Com profundo pesar recebi a notícia da morte de Gustavo Bebianno. Seu falecimento surpreende a todos. O Rio perde, o Brasil perde. Bebianno tinha grande entusiasmo pela vida e em trabalhar por um País melhor. Meus sentimentos aos familiares e amigos nesse momento de dor”, afirmou.

Gustavo Bebianno foi Secretário-Geral da Presidência da República durante pouco mais de um mês. Porém, seu nome se tornou realmente notável como presidente do PSL, partido pelo qual Jair Bolsonaro foi eleito presidente da República em 2018.

O motivo foi o protagonismo na primeira crise política do governo de Bolsonaro, criada após uma suspeita de que o PSL usava candidaturas “laranja” para desviar dinheiro público. A acusação era negada por Bebianno, porém, o político acabou demitido do partido – ele alega ter sido dispensado pelo próprio filho de Jair, Carlos Bolsonaro, vereador no Rio de Janeiro.

Ainda antes de deixar a Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno fez duras críticas a Jair Bolsonaro. “Preciso pedir desculpas ao Brasil por ter viabilizado a candidatura de Bolsonaro. Nunca imaginei que ele seria um presidente tão fraco”, afirmou ele a um aliado, conforme transcrito pelo ‘G1’.

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