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Vídeo de homem agredindo mulher em Ilhéus causa revolta e MP pede prisão

Carlos Samuel, de 33 anos, já se envolveu em outros episódio semelhantes com ex-namoradas e familiares

Fontes: Reprodução/BATV e Reprodução/Internet

O vídeo de um homem agredindo uma mulher com socos no meio da rua em Ilhéus, na Bahia, causou indignação e revolta. O indivíduo já possui outras passagens pela polícia pelo mesmo motivo e o Ministério Público já pediu sua prisão.

No vídeo, o homem, identificado como Carlos Samuel Freitas Costa Filho, de 33 anos, conversa com uma mulher próxima a um carro. Ela pede para ele ir embora e dá a entender que já havia sido agredida, ao afirmar que “minha boca está do jeito que está.”

Carlos nota que está sendo filmado, mas não se importa com a gravação e ainda chama um morador para brigar. Em seguida, o homem agride a mulher com vários e a deixa caída na rua. Depois, deixa o local.

Confira o momento da agressão abaixo. Atenção: as cenas são fortes.

Segundo o G1, Carlos se apresentou à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) na quinta-feira (15), acompanhado de um advogado. Após prestar depoimento por quatro horas, ele foi liberado, já que não houve flagrante, mas a Polícia Civil já solicitou sua prisão à Justiça.

Segundo o Deam, Carlos Samuel já possui um histórico de violência contra ex-namoradas e até pessoas da própria família, o que resultou em 11 boletins de ocorrência. Ele também chegou a ser detido por outros crimes, como ameaça de morte.

O Deam também conversou com a mulher agredida no vídeo. Ela confirmou para a delegada que seu relacionamento com Carlos era conturbado e que agressões eram frequentes. Ela também afirmou que o homem voltou a agredi-la no dia seguinte da gravação e que não estão mais juntos.

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MP pede prisão preventiva

Também na quinta-feira, segundo o G1, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) pediu a prisão preventiva de Carlos, por conta da “gravidade da conduta concreta (exacerbada violência empregada) e a condição reincidente do autor de fato.”

Ainda de acordo com o órgão, Carlos já havia sido denunciado em 2015 ao MP-BA pelos crimes de violência doméstica, ameaça e cárcere privado contra outra mulher. Ele foi condenado pela Justiça em primeira instância.

Em 2017, Carlos também foi denunciado pela própria mãe após tentar extorqui-la e ameaçá-la.

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