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Contrato Secreto de US$ 6 Milhões: Kim Kardashian e Ray J Tinham Acordo de Silêncio Sobre a Fita Íntima

Um acordo sigiloso firmado em 2023 entre Kim Kardashian, sua mãe Kris Jenner, o cantor Ray J e a mãe dele, Sonja Norwood, veio a público nesta quinta-feira (27)

Ray J e Kim Kardashian - Foto por Michael Tran/FilmMagic

O TMZ obteve e divulgou uma cópia do documento, que proibia todas as partes de falar publicamente sobre a famosa fita íntima dos dois ex-namorados. O contrato foi protocolado nos autos do processo de difamação movido por Kim e Kris contra Ray J, atualmente em andamento na Justiça americana.

O acordo, executado em abril de 2023, recebeu o título de “Confidential Settlement Agreement and Mutual General Release”. Segundo o próprio texto do documento, citado pelo TMZ, “as partes concordaram em celebrar este acordo abordando todas as reivindicações, disputas, causas de ação, defesas e perdas alegadas passadas, atuais ou futuras, incluindo, sem limitação, todas as reivindicações e defesas decorrentes ou relacionadas à fita íntima.”

O Que o Contrato Previa

Além do silêncio sobre a fita, o acordo continha uma cláusula determinando que as partes não poderiam “difamar ou manchar o caráter, a reputação, a integridade, a honestidade, os negócios ou as práticas comerciais” umas das outras. O documento também registrava que Ray J concordou em não responsabilizar a Hulu ou a Disney por eventuais reclamações futuras. O reality The Kardashians é exibido pela Hulu, plataforma pertencente à Disney.

De acordo com a contrademanda de Ray J, ele afirma que Kim e Kris se aproximaram dele em 2023 para a assinatura do acordo. Segundo o cantor, ele recebeu US$ 6 milhões como parte do ajuste, e o contrato previa penalidades financeiras caso qualquer parte descumprisse os termos. Especificamente, Ray J alega ter direito a US$ 1 milhão em danos pelo suposto descumprimento.

A Acusação de Quebra do Acordo

Na contrademanda protocolada em novembro de 2025 e obtida pelo TMZ, Ray J sustenta que o contrato foi violado quase que imediatamente. Segundo os documentos judiciais, ele afirma que Kim, Kris, Ye e Kendall Jenner fizeram declarações que descumpriam o acordo durante a exibição de The Kardashiansapenas um mês após a assinatura. Ray J alega que, no programa, ele foi acusado de agredir Kim sexualmente enquanto ela dormia, de vazar material íntimo sem consentimento e de extorsão.

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Na mesma peça jurídica, o advogado Howard King, que representa Ray J, afirma que Kim e Kris “passaram duas décadas propagando a história falsa de que a fita íntima filmada por Kardashian com seu ex-namorado [Ray J] foi vazada contra a vontade dela.” O cantor alega ainda que as duas estão “furiosas” pelo fato de ele não querer mais “bancar a mentira delas.”

Em resposta, o advogado de Kim e Kris, Alex Spiro, declarou ao TMZ: “Depois de perceber que está perdendo o caso e perdendo o rumo, essa distração divagante e desconexa não intimida ninguém. Ray J também perderá este caso frívolo.”

Como Chegamos Até Aqui

O ponto de partida da disputa judicial atual foi em outubro de 2025, quando Kim e Kris processaram Ray J por difamação. A queixa se baseava em declarações públicas feitas pelo cantor, incluindo uma aparição no documentário da Tubi “United States vs. Sean Combs”, onde ele disse: “Se me dissessem que os Kardashians estão sendo indiciados por racket, eu acreditaria.” Houve também uma live em setembro de 2025, na qual Ray J afirmou: “The feds is coming, there’s nothing I can do about it. It’s worse than Diddy.”

Kim e Kris classificaram as afirmações como falsas. O advogado Alex Spiro declarou à época: “Kris Jenner e Kim Kardashian nunca moveram uma ação por difamação antes, nem se distraíram com ruído, mas essa alegação falsa e grave não deixou escolha.” Ao ser notificado da ação, Ray J respondeu ao TMZ com uma frase direta: “Eu não serei silenciado.”

Na contrademanda de novembro, Ray J trouxe ao processo detalhes sobre a origem da fita. Segundo os documentos judiciais obtidos pelo TMZ, ele alega que a gravação foi feita de forma consensual em 2003 e que, em 2006, os dois discutiram a possibilidade de lançá-la comercialmente. De acordo com a versão de Ray J, foi a própria Kim quem insistiu que Kris ficasse responsável pelo lançamento e pela exploração comercial do material.

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A divulgação do contrato secreto transforma o que parecia uma briga pública em uma disputa jurídica com documentos, valores e cláusulas concretas. O caso coloca em xeque a narrativa que circula há anos sobre como a fita foi parar nas mãos do público e levanta questões reais sobre os limites dos acordos de confidencialidade quando uma das partes é protagonista de um reality show de grande audiência. Com a batalha judicial ainda em curso e documentos cada vez mais detalhados sendo apresentados nos tribunais, este processo promete ser um dos capítulos mais complexos já enfrentados pela família Kardashian-Jenner dentro de uma sala de audiências.

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