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Homem agride atendente de padaria após ela exigir uso de máscara

Homem se negou a colocar a máscara de proteção contra Covid-19 e reagiu com extrema violência

Foto: reprodução

Uma situação absurda aconteceu em Palmares Paulista – a 4 horas e 50 minutos de São Paulo. A atendente de uma padaria foi violentamente agredida por um cliente após solicitar que ele colocasse a máscara de proteção utilizada como medida de proteção contra a Covid-19.

Adriana Araújo da Silva, de 38 anos, precisou ser socorrida e levada ao hospital. Ela teve o braço fraturado e ferimentos nas mãos, rosto e lábios após a agressão cometida por Márcio Roberto Rodrigues, de 45 anos.

Ele ficou nervoso e jogou as coisas que ficam no balcão em cima de mim. Não satisfeito, ele deu a volta no balcão e entrou. Eu saí correndo e fiquei na frente da padaria, achando que o cliente pararia”.

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“Assustei e saí correndo, pedindo por ajuda, mas ele me acompanhou e me deu uma rasteira. Tentei levantar, mas o homem chutou e quebrou meu braço, relatou a vítima, em entrevista à ‘TV Tem’, afiliada da Globo em Sorocaba.

A atendente passou por momentos terríveis e chora muito ao lembrar que várias pessoas presenciaram, mas nenhuma a socorreu.

Eu vi a morte. Lembrava da minha mãe, dos meus filhos, não acreditava mais que iria sobreviver. Tinha muita gente olhando, mas ninguém fazia nada. A hora que caí, fiquei tonta, olhei, vi sangue saindo da minha boca e pensei que morreria”, desabafou.

Adriana tentou fugir mais uma vez, se abrigou em uma casa que estava com o portão aberto, mas o dono da casa a mandou sair. Ela correu e entrou em outra padaria.

Márcio continuou perseguindo e, ao alcançá-la, desferiu mais golpes contra ela. O agressor também deu um soco no dono da padaria.

Depois de tudo isso, uma moradora a abraçou e levou para dentro de casa. Chamou a ambulância, que a levou a um hospital na cidade de Catanduva, também no interior de São Paulo.

“Aconteceu tudo isso por causa de uma máscara. Não o conhecia. Ele simplesmente não quis colocar a máscara. Ele era enorme. Se eu não tivesse corrido, não estaria aqui. Não sei de onde achei forças para correr”, concluiu a vítima.

Quero justiça. Quero que seja preso e pague por tudo, inclusive pela minha cirurgia. Ganho um salário mínimo. Estava trabalhando. Ele entrou no meu serviço e fez isso. Não sei por quanto tempo vou ficar nessa situação. Enquanto eu estava no hospital, com dor e sofrendo, o homem estava na casa dele, de boa. Não é justo”, disse Adriana à ‘TV Tem’.

Segundo informações do G1, a polícia foi acionada, o agressor também foi levado ao pronto-socorro e, depois, à delegacia, de onde foi liberado na presença de sua advogada.

Ele não prestou depoimento, pois estava sob “efeito de medicação” para acalmá-lo. O caso foi registrado como lesão corporal e a Polícia Civil ainda vai decidir se um inquérito será instaurado.

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