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Mãe de Eliza Samudio crê que o assassinato foi ‘queima de arquivo’: ‘sabia demais’

Segundo Sônia de Fátima Moura, Eliza sabia do envolvimento do goleiro Bruno com o tráfico de drogas no Rio de Janeiro

Foto: Divulgação

Exatos 11 anos depois do crime que chocou o Brasil, a mãe de Eliza Samudio deu uma entrevista em que afirmou ter certeza de que o assassinato de sua filha foi ‘queima de arquivo’. Para Sônia de Fátima Moura, o goleiro Bruno Fernandes mandou matar Eliza, pois “ela sabia demais”. 

Sônia falou com o influenciador digital Bruno di Simone e a entrevista foi publicada nesta quinta-feira (10) no canal do influenciador no Youtube. O vídeo tem pouco mais de 35 minutos e nele a mãe de Eliza faz um resumo de como tudo aconteceu, segundo as investigações. E desmente algumas questões ditas por Bruno ao longo do processo.

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“Está tudo dentro do processo. O promotor Henry Wagner Vasconcelos de Castro mostra que o Bruno era garoto-propaganda do Nem (na época do assassinato de Eliza, ele era o líder do tráfico da Rocinha), e tinha ligações com o tráfico de drogas e caça-níquel. Com certeza a minha filha sabia disso“, diz Sônia. 

“A Eliza não ficou grávida simplesmente por uma noite, Eliza não ficou grávida nessa orgia que o Bruno a expôs na sociedade. Existem provas anexadas das conversas entre os dois e em uma delas, ele fala de uma noitada de amor“.

Minha filha engravidou depois de quatro meses de convivência e ela sabia muitas coisas do Bruno! Eliza sabia demais e foi morta por queima de arquivo. Tenho certeza”, afirma a mãe de Eliza Samudio. 

Mãe de Eliza Samúdio fala sobre o neto, Bruninho

Durante a entrevista, ela também falou sobre o neto, Bruninho, e de quando ele começou a perguntar sobre o pai, o goleiro Bruno. Segundo ela, o menino nunca recebeu pensão alimentícia e nem foi procurado pelo jogador.

Bruninho tinha 4 meses quando a mãe foi assassinada e a intenção de Bruno era que ele fosse morto também. Só que isso não aconteceu. Hoje, com 11 anos de idade, ele carrega vários traumas do crime que presenciou ainda bebê.

Um dia na escola, um garoto perguntou sobre seus pais. Ele respondeu apenas: “Meu pai matou minha mãe”, e saiu de perto, conta Sônia.

Bruno Fernandes está cumprindo regime semiaberto domiciliar desde 2019. Segundo a lei, o condenado pode trabalhar, frequentar curso ou exercer outra atividade autorizada durante o dia, sem vigilância, e deve permanecer recolhido durante o período noturno e nos dias de folga. 

Contudo, de acordo com a mãe de Eliza, ele dorme em uma mansão confortável localizada em um condomínio de luxo no Rio de Janeiro todos os dias.

Assista a entrevista completa:

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