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5 coisas que prejudicam sua saúde tanto quanto fumar

Fumar não é o único vilão da rotina. Alguns hábitos silenciosos do dia a dia podem fazer tanto mal quanto acender um cigarro.

Todo mundo já sabe que fumar prejudica a saúde de várias formas, afinal, além do vício, a fumaça carrega diversas substâncias nocivas. Mas o que talvez você não saiba é que existem hábitos comuns que prejudicam a saúde tanto quanto fumar. Muitas dessas atitudes fazem parte da rotina de milhões de pessoas e passam completamente despercebidas. A seguir, veja 5 costumes apontados por especialistas como potencialmente tão prejudiciais quanto o tabagismo e descubra o que fazer para evitá-los.

1. Ficar sentado o dia todo

Mesmo quem pratica exercícios regularmente pode estar em risco. Ficar sentado por longos períodos no carro ou no escritório está ligado a diversos problemas de saúde, e o sedentarismo é apontado como um dos grandes vilões da vida moderna.

De acordo com a Alberta Health Services-Cancer Care, no Canadá, a inatividade estaria associada a cerca de 160 mil casos de câncer por ano, incluindo tumores de língua, mama, próstata e cólon. Segundo a instituição, esse número equivaleria a aproximadamente dois terços dos casos de câncer atribuídos ao ato de fumar.

O que fazer: vale a pena fazer pequenas pausas ao longo do expediente. Caminhar um pouco pelo escritório já ajuda. Em casa, o ideal é resistir à tentação de passar horas parado em frente à TV. Uma caminhada curta em volta do quarteirão, alguns minutos de faxina ou uma ida à academia fazem diferença.

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2. Comer muita carne

A carne bovina, suína e de frango, dependendo da origem, pode conter hormônios e antibióticos usados para acelerar o crescimento dos animais. Ao consumir esses produtos, sejam carnes ou laticínios, acabamos absorvendo substâncias que, segundo a matéria original, poderiam trazer malefícios comparáveis aos do cigarro.

O que fazer: uma alternativa é substituir parte das proteínas animais por opções vegetais, como ervilha, lentilha, grão-de-bico e sementes oleaginosas. Vale lembrar que o feijão, por exemplo, oferece uma quantidade de proteína próxima à da carne, sem os mesmos riscos apontados.

3. Cozinhar com o óleo errado

Aqui está um detalhe que quase ninguém percebe na cozinha. Cozinhar em alta temperatura com óleo de soja pode liberar material particulado com nomes complicados: aldeídos e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos.

Essas mesmas substâncias são encontradas na fumaça do cigarro e estão ligadas à inflamação das vias aéreas. Ou seja, o problema não está só no que você come, mas também em como o alimento é preparado.

O que fazer: escolha o óleo certo para cada tipo de preparo. O azeite, por exemplo, não é o mais indicado para frituras ou preparos em altas temperaturas, mas é ótimo para saladas ou cozimentos mais suaves. Já o óleo de abacate costuma se sair melhor no calor intenso.

4. Bronzeamento artificial

Aquele bronzeado “perfeito” pode ter um custo alto. Segundo os dados citados na reportagem original, o bronzeamento artificial já teria causado mais de 400 mil casos de câncer de pele por ano nos Estados Unidos. Em comparação, o cigarro estaria ligado a cerca de 200 mil casos de câncer de pulmão no mesmo país.

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O que fazer: o primeiro passo é aprender a valorizar o próprio tom de pele. Para quem ainda deseja um aspecto mais bronzeado de forma natural, apostar em alimentos ricos em carotenoides, como cenoura e tomate, pode dar aquele “boost” na cor sem os riscos da exposição artificial.

5. Não dormir o suficiente

Dormir mal vai muito além do cansaço. A privação de sono pode contribuir para pressão alta, problemas cardíacos, derrame, obesidade e outras condições sérias. Segundo a matéria, as taxas de mortalidade de quem dorme mal seriam semelhantes às observadas em pessoas que fumam.

A qualidade também importa. Dormir “picado”, acordando várias vezes durante a noite, impede que o corpo entre na fase de sono profundo, e essa condição pode, inclusive, favorecer o crescimento de tumores, de acordo com a publicação.

O que fazer: não trate o cansaço constante como algo normal. Essa fadiga pode estar ligada a fatores como alimentação e estresse. O ideal é conversar com um profissional de saúde para investigar as causas do sono irregular.

Vale reforçar

É importante lembrar que essas comparações vêm de dados divulgados na reportagem original e não substituem, em nenhuma hipótese, a orientação de um médico. Cada organismo é diferente, e apenas um profissional de saúde pode avaliar o seu caso de forma individual. Por isso, use estas informações como um alerta para repensar a rotina, não como diagnóstico.

No fim das contas, pequenas mudanças diárias podem ter um impacto enorme na qualidade de vida a longo prazo. E você, se identificou com algum desses hábitos? Marca aquele amigo que vive grudado na cadeira ou que dorme mal e conta pra gente nos comentários: qual desses você vai tentar mudar primeiro?

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