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Família de corretora que morreu após cair de cobertura contesta hipótese de suicídio

Hilma Balsamão morreu em 20 de novembro; inquérito do caso tramita em segredo de Justiça

A família da corretora de imóveis Hilma Balsamão, que morreu após cair da cobertura de um prédio em Belo Horizonte em 20 de novembro, contestou a versão oficial da polícia, que registrou a morte como suicídio.

Segundo o portal ‘G1’, o boletim de ocorrência do caso diz que um vizinho do condomínio acionou a polícia após ter escutado uma discussão apartamento 401, onde a corretora de imóveis estava.

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No local, mora o empresário Gustavo Veloso, namorado de Hilma. Ela estava no apartamento desde o início da tarde por conta de uma festa.

Em seguida, o boletim diz que o morador escutou um forte barulho na área privativa. Ao chegar no local, encontrou o corpo de Hilma caído no chão, com alguns ferimentos.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas o óbito da corretora de imóveis já foi constatado no lugar.

O caso está sob investigação do Núcleo de Feminicídio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Em depoimento, Gustavo Veloso e seu filho, de 16 anos, afirmaram que Hilma se jogou do apartamento.

No entanto, quatro familiares de Hilma foram até o DHPP na quarta-feira (9) para dar seus depoimentos e contestaram a hipótese de suicídio.

“Minha filha amava a vida, amava a filha e as coisas que ela conquistou. Ela estava com cirurgia marcada, tinha planos a curto prazo e isso nos faz acreditar que não é nada disso. Meu coração está trincado”, afirmou Excelsa Balsamão, mãe de Hilma, para o ‘Uol’.

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“Somos em seis filhos e eu sinto uma dor, uma revolta, por não saber o que aconteceu. Isso está me consumindo. Quero pedir que se alguém viu alguma coisa, gravou alguma coisa e não quer se identificar, que nos ajude. Não consigo mais trabalhar, minha vida parou”, disse Michele Balsamão, irmã gêmea de Hilma.

“Nós vamos colocar tudo que a gente sabe, contar a história da Hilma, quem era a Hilma. O que a gente quer saber é unicamente a verdade, o que de fato aconteceu com a Hilma”, disse Mauro Alves, irmão da vítima.

Letícia Gamboge, chefe do DHPP, lembrou que o inquérito do caso tramita em segredo de justiça e detalhes não podem ser divulgados, mas garantiu que tudo será devidamente apurado.

“Este inquérito foi instaurado no dia 24 de novembro e tramita em segredo de Justiça, então não daremos nenhum detalhamento a respeito da investigação. Nosso objetivo é esclarecer que essa investigação do fato está em andamento aqui pelo departamento e estamos apurando exatamente como foi a dinâmica do fato, se trata ou não de fato criminoso”, disse.

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