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Brasileira morre em voo internacional e corpo fica no assento a viagem toda

Após a morte a bordo, corpo da mulher passou horas no assento do avião até chegar ao destino

Foto: Divulgação/Azul

Em um incidente que chocou passageiros e tripulação, uma mulher não resistiu e faleceu durante um voo. De forma inusitada, o corpo da passageira de 91 anos permaneceu no assento por várias horas até a aeronave aterrissar no Brasil. 

O voo AD8733, da Azul, fazia o trajeto dos Estados Unidos até o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Grande BH.

A decolagem ocorreu na cidade de Fort Lauderdale, na Flórida, seguindo para o destino brasileiro, segundo informações da própria Azul.

O voo partiu às 21h07 de segunda-feira, dia 6, e aterrissou em solo mineiro às 7h05 de terça-feira, dia 7.

A passageira em questão – cujos dados pessoais não foram revelados – foi acomodada na classe executiva. Segunda publicação do jornal ‘O Tempo’, ela faleceu na primeira hora do voo.

“O óbito da passageira durante o trajeto foi constatado por um médico que estava a bordo“, confirmou a companhia aérea Azul. Até ao final do voo, o corpo ocupou o assento designado à passageira.

Já em território brasileiro, com a aeronave pousada em Confins, a Polícia Federal adentrou o avião e reteve os demais passageiros por cerca de 40 minutos, permitindo a realização de procedimentos de perícia no local.

A Polícia Federal esclareceu ao jornal ‘O Tempo’ que uma equipe de plantão foi acionada para atuar no caso.

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Médicos do aeroporto também foram até a aeronave e confirmaram a morte, aparentemente por causas naturais. Posteriormente, o corpo foi liberado para procedimentos legais.

Em declaração ao portal ‘Uol’, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que, ao ser notificada sobre o ocorrido, providenciou a remoção do corpo para o Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette, localizado na capital, onde passaria por exames detalhados.

A Polícia Civil acrescentou que a Polícia Federal será a responsável pela condução das investigações, dada a natureza do caso.

Azul - voo
Foto: Divulgação/Azul

Passageiros não foram avisados do corpo

De acordo com o portal ‘Uol’, os outros passageiros do voo que veio da Flórida, nos EUA, para Belo Horizonte, no Brasil, só ficaram sabendo da morte da mulher quando a aeronave pousou no Brasil e eles foram impedidos de desembarcar.

Cristiano de Abreu Thomas, dentista de 45 anos, estava no mesmo voo e contou em entrevista ao portal ‘Uol’ que teve contato com a idosa na sala de embarque.

“Ela estava em uma cadeira de rodas, usava um cilindro de oxigênio, era uma passageira bem idosa”, lembra ele.

“Pediram no alto-falante se havia algum médico voluntário a bordo. Um casal se levantou e foi até a classe executiva. Depois vimos que as aeromoças passaram bem rápido no corredor, víamos algumas pessoas conversando, mas não sabíamos o que estava acontecendo“, contou ele.

O passageiro ainda acrescentou: “Depois do jantar, eu dormi, acordei quando estava chegando em Belo Horizonte e tudo parecia estar normal. Quando pousamos, o comandante pediu para que todos os passageiros ficassem sentados porque o desembarque não estava autorizado, diz Thomas.

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Foi nesse momento que eu soube o que tinha acontecido, não porque a tripulação nos avisou, mas porque os demais passageiros começaram a conversar entre si. A passageira que estava ao meu lado, era familiar do médico que se voluntariou e contou que a idosa havia falecido. A cortina da classe executiva estava fechada, não dava para ver nada”, afirmou o dentista.

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